Terra Magazine

19 de outubro de 2009

Guerra no Morro dos Macacos e os seus Mistérios..

walterfm1 às 12:58
governador Sérgio Cabral

governador Sérgio Cabral

Pelo jeito, as autoridades responsáveis pela segurança pública no Rio de Janeiro procuram um parceiro para dividir, perante a opinião pública, a responsabilidade pela tragédia decorrente do último conflito ocorrido no morro dos Macacos, zona norte da cidade.

Como se sabe, facção do Comando Vermelho sediada no morro São João invadiu, no sábado passado, território controlado por grupo da organização criminosa Amigo dos Amigos, isto para controlar postos de vendas de drogas proibidas.

No fundo, uma repetição da célebre Guerra da Rocinha, ocorrida em abril de 2004. Naquela ocasião, traficantes da favela do Vidigal invadiram a favela-bairro da Rocinha, na zona sul. O objetivo era assumir o controle do tráfico na favela onde ficava o maior entreposto de drogas ilícitas do estado do Rio de Janeiro.

Nessa tentativa de dividir e amenizar a responsabilidade estadual, –que pode até ser diversionismo–, já se propala, extra oficialmente, que a ordem para a invasão do morro dos Macacos partiu do presídio federal de Catanduvas (Paraná), considerado de segurança máxima.

Em Catanduvas está custodiado Márcio dos Santos Nepomuceno, conhecido por Marcinho VP. Ele teria contado com o apoio de Luiz Fernado da Costa, alcunhado de Fernandinho Beira-Mar, preso na penitenciária de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul.

A se confirmar a notícia, fica claro tudo ter se precipitado dada a incúria federal. Isto porque presídios especiais foram feitos para distanciar os líderes das suas organizações criminosas e, assim, impossibilitar contatos.

A propósito. A idéia “cárcere-duro” foi buscada no artigo 41, “bis”, do código penitenciário italiano. Aplica-se esse dispositivo legal aos chefes mafiosos e às lideranças da Camorra, Sacra Corona Unita, Cosa Nostra e ´Ndrangheta. Os “capi” presos foram afastados da região meridional (sul), ou seja, onde as mencionadas organizações são influentes, com controles de território e social.

Nesses presídios, não há qualquer possibilidade de uso de telefones celulares e existe uma polícia penitenciária de inteligência, que controla as linhas telefônicas internas. Ela conta, também, com atribuição para levantar sinais exteriores de riqueza dos administradores e dos agentes penitenciários. Fora, evidentemente, ter atenção às visitas, que são filmadas e a interlocução, com vidro separatório, são gravadas. Apenas o advogado pode manter conversa não gravada e trocar correspondência sigilosa.

Ainda no que toca à tentativa de partilhar a responsabilidade, o laudo pericial no helicóptero derrubado na “guerra” do morro dos Macacos  está sendo aguardado com ansiedade. Há suspeita de ter sido abatido com projéteis de armas de calibre .30, .50 ou disparados por fuzil  7.62. Várias dessas armas pesadas já foram apreendidas pela polícia na posse de traficantes. No caso, seriam armas contrabandeadas, a driblar a vigilância da polícia federal.

Pano Rápido. O certo é que o bom projeto do governo estadual para reconquista dos territórios, mediante presença da polícia, tem implantação vagarosa. Enquanto isso, as bocas-de-fumo tornam-se rendosas e atraentes em termos de disputas por traficantes de organizações rivais. Essas organizações continuam a enriquecer e, assim, conseguem corromper e se armas melhor do que as polícias.

No Rio, o serviço de inteligência informou que o confronto seria iminente no morro dos Macacos. Nada foi feito para abortar esse esperado conflito. Iniciado o embate, foi enviado helicóptero semi-blindado, ou seja, impróprio. Os dois policiais mortos carbonizados no local (hoje, um terceiro acaba de falecer) foram enviados em ação repressiva, sem  segurança. Uma irresponsabilidade.

Só para recordar, a dupla Garotinho e Rosinha havia criado, em 2003, uma Brigada de Operações Especiais, com a tarefa de combater o crime organizado. O lema da brigada era “Qualquer missão em qualquer lugar, a qualquer hora e de qualquer maneira”.

Com a Guerra da Rocinha, em 2004, Garotinho, depois de 15 dias de desencontros, pediu ao presidente Lula 4 mil homens, “selecionados dentre os mais qualificados”, tais como pára-quedistas e fuzileiros navais”. Eles ficariam sob as ordens do “general Garotinho”, o que foi, por evidente ilegalidade, rejeitado.

Enquanto a família Garotina discutia com o governo federal e carregava-lhe parte da responsabilidade, em 3 de maio de 2004, o crime organizado invadiu e subtraiu 22 fuzis e uma pistola da Aeronáutica.

Como se percebe, poucas e lentas mudanças ocorreram de lá para cá. E o crime organizado agradece.

–Wálter Fanganiello Maierovitch–

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33 Comentários »

  1. munição .30 e 762 é a mesma coisa.

    Comentário por Alexandre — 19 de outubro de 2009 @ 13:56

  2. Correta avaliação . A policia do Rio continua muito reativa e pouco pró-ativa . Uma cascata de erros de planejamento e abordagem só podia ter essas consequências funestas . E o Governo do Estado ( Cabral ) lava as mãos , porque um policial , militar ou civil , vale muito pouco para ele , basta ver os contra-cheques degradados .

    Comentário por MArcelo Monteiro — 19 de outubro de 2009 @ 14:06

  3. Se as ordens vieram de Catanduvas foi por meio de advogados e parentes que tem por direito legal visitarem esses criminosos

    Comentário por luis — 19 de outubro de 2009 @ 14:27

  4. Com tanta insegurança merecemos uma olimpíada?
    Olimpíada símbolo da paz entre os homens!

    Comentário por Aladim — 19 de outubro de 2009 @ 14:31

  5. Talvez fosse importante o Secretário de Segurança Pública do Rio perdir algumas dicas (de como tomar o território dos traficantes) para os milicianos, que já o fizeram diversas vezes, de forma bem rápida…

    Comentário por Dado — 19 de outubro de 2009 @ 14:45

  6. Eu acredito q o problema das favelas do Rio, só será resolvido com a utilização do exército, que inclusive já foi posto a disposição do governo estadual, mas p enquanto o governador não achou necessário…ora, querem ficar mais quantos anos nessa lenga-lenga…enquanto esperam para tomar alguma atitude, os traficantes matam mais pessoas e o crime fica ainda mais organizado do q já é!!!!

    Comentário por Kelly — 19 de outubro de 2009 @ 14:49

  7. Sempre gosto da sua coluna, mas acho que um assunto que sempre é tratado com pouco cuidado é a questão do armamento e equipamentos que são usados pelos dois lados do conflito.
    Já mitificaram a AR-15 como sendo uma arma de grosso calibre, mais forte que o fuzil FAL e etc etc etc…
    E agora acabei de ler que armas que disparam 7,62 são armas pesadas. Assim como armas de calibre .30, que geralmente não passam de armas 7.62, 30-06 ou 308.
    Pode parecer tecnicismo demais, mas acho que informação acurada é sempre bem vinda.
    Mas voltando ao assunto, se realmente o helicoptero foi abatido por armas de calibre .50, isso é um assombro, pois são armas enormes e com um potencial de destruição massivamente maior que o das armas leves que já causam espanto.
    Mais um pouco e o Rio parecerá Mogadisco!

    Comentário por Felipe — 19 de outubro de 2009 @ 14:50

  8. Boa tarde!

    Acho que não interessa de onde partiu a ordem de invasão. Interessa que as quadrilhas podem fazer isso. Há de se negar essa capacidade de se deslocar livremente pela cidade e pela sociedade. Como um grupo armado domina uma comunidade, mesmo que sejam beneficiados pela geografia e pela ocupação irregular? Tudo isso discute mas não explica a incompetência do governo do Rio de Janeiro. O fato é que aparentemente não há coragem para uma grande intervenção urbana que “abra” os morros, bem como uma policia decente e preparada. O azar do carioca não é o tráfico, é a polícia ruim que eles tem.

    Comentário por Givaldo — 19 de outubro de 2009 @ 15:16

  9. Parabéns pela matéria, mas como segurança pública no Brasil é tratada a longo prazo, só falta lançar uma peaquisa na internet, se o tiro que derrubou a aeronave é . 30 ou . 50 ? ; e esquecer os três PM mortos, pois o governo federal para resolver a situação vai comprar um helicóptero novo. Troca-se o sofá mas a sacanagem continua.

    Comentário por Eugênio Martins — 19 de outubro de 2009 @ 15:21

  10. Eh como o Faccao Central diz, “cade a campanha na Pualista na hora da chacina?”
    Parece ate alguma novidade, alias a midia se amarra em inventar novidades, como diria Cazuza, “eh um museu de grandes novidades”, malandro, bandido “sentar” o tiro em viaturas ou helicopteros da policia. Alguem ja viu como um caverao sai da favela? Muito pior que muito carro de combate que esta em producao no afeganistao. Ai junta uns policiais irresponsaveis dessa PM brasileira que deveria ter acabado na redemocratizacao e tai. Caso Heloa, crime organizado no Rio, Eldorado dos Carajas, Onibus 174 e por ai vai. Parece piada a PM, seja de qual.quer estado. E agora parece muito que a Civil esta indo no mesmo caminho de Rambo que a PM tenta levar a cabo, tai, 3 pais de familia mortos de graca. O resto que vier de noticia sobre o caso, pouco importa, soh me entristece a midia dar destaque a esse assunto como se fosse novidade. E eh justamente por isso, por dar ar de novidade a velhos fatos, que as coisas que devem ser combatidas, nao sao combatidas. Inteligencia. Crime organizado nao se combate com tiro, helicoptero blindado ou coisa parecida. Isso soh joga meu dinheiro no ralo e dah uma impressao de que algo esta sendo feito. Bem ao nivel das PMs brasileiras. O problema eh o povo brasileiro ter anseios de 1o mundo, consumir como o 1o mundo, criar os filhos como no 1o mundo e ter uma policia e politicos de 3o mundo.

    Comentário por Eduardo Zani — 19 de outubro de 2009 @ 15:46

  11. E muito burocrata e entrevistas e situações claras nao existe de combate real e satisfatorio.Nao mudam por que nao querem mesmo e so lambança politica.Como um estado quer fazer uma Olimpiada me digam.Em vez de usarem o dinheiro que gastaram de lobbi em algo mais concreto

    Comentário por cleber — 19 de outubro de 2009 @ 17:14

  12. O que mais me impressiona nessa história toda é a banalização da violência aqui no Rio. As pessoas andam nas ruas como se nada estivesse acontecendo. Moro muito próximo ao batalhão da Tijuca e hoje tive que passar no “pé do morro” dos macacos pra cumprir um compromisso no Méier. Fiquei chocada ao ver em todas as ruas que dão acesso ao morro apenas dois policiais em cada rua. É piada, né??? Como apenas dois policiais poderam resistir a um suposto confronto? É expor demais um profissional! Fiquei com muita “pena ” em ver como a nossa policia é amadora em comparação aos guerrilheiros que ocupam as favelas do Rio. Sou carioca de coração, mas paciência tem limite e a minha já está acabando! Queremos PAZ!

    Comentário por Katia — 19 de outubro de 2009 @ 18:11

  13. Sabe o que é interessante é que todo mundo sabe como funciona se sabe de onde vem,como vai acontecer sabe em que pessoas pode se chegar e não se evita porque?Espera-se uma catastofre dessa natureza para dizer que vai se pegar fulano e sicrano pelo amor de DEUS!!!Na via apia não se inaugurou uma agencia do Bradesco,porque o Bradesco não teve medo de entrar na Rocinha?Tem Itau,cef,bobs,drogarias pacheco,etc.Porque de uma maneira também invista em ong sérias da Rocinha para se evitar com uma gota no oceano e faz se repecurtir nisso?

    Comentário por João da Rocinha — 19 de outubro de 2009 @ 20:16

  14. eu acho tenho certeza a seguranca publica esta valida assim como as forca armada a sociedade falar muito que exercito ira resolver tal situacao mas essa situacao elea tambem nao resolveria sim com muito pensam so irei dar um ex. em todo Brasil existe 15000 fuzileiros navais deste tiram ai 15000 os traumautico e aqueles intocavel tem os mesmo armamento da pm agora a PM do RJ tem 33000 PM isso no estado com mesmo armamento do fuzileiros navais o contigente da PM e duas vezes maior e nao consequir resolver imagini os fuzileiros navais, na verdade os politico nao querem que isso aconteca para desmorarica a defesa nacional.

    Comentário por jose — 19 de outubro de 2009 @ 20:23

  15. Olá a todos.
    As guerras nos morros cariocas e em outros guetos onde politico só passa em época de campanha, é uma cultura enraizada e de difícil compreensão aos que se limitam as informações contidas e divulgadas por veículos oportunistas. Independente de reuniões politicas de secretários e policiais e papagaios de pirata, as guerras existem por questão de sobrevivência dos moradores desses locais. Saber quem será o próximo “dono do morro” pode assegurar a moradia e a vida do favelado. O favelado sabe disso e tem essa realidade paralela como fato. Está no inconsciente coletivo dessa população, que ninguém se importa de verdade com o destino deles. Sabem que la “de baixo” é que vem as armas, drogas, arroxos e cobrança de “arregos” feitos por parasitas de carniça. Sabem que ninguém que esta nesse momento reunido em uma sala climatizada, com refrescos e quitutes, vai de fato peitar um Comando Vermelho ou a facção Amigo dos Amigos. Vão sair dessas reuniões com soluções preciptadas, equivocadas e cometer novos erros como essa última do helicoptero e as mortes dos policiais. Investem num equipamento como essa aeronave mas nao tem sapiencia pra usa-la como deveria. E não adianta…se fecham o cerco contra o trafico de drogas, aumenta os assaltos, roubos, sequestros e outros crimes, porque é do crime que o criminoso vive. AS crianças tem esse “donos de boca” como referência, porque com armas nas mãos são respeitadas…e sabem que no asflato a coisa não muda nada…talvez tenha um cheiro melhor por conta do saneamento, mas é tudo uma guerra igual. Ou temos heróis para nos orgulhar aqui na “sociedade culta”? Algum novo heroi surgindo no Senado? Algum exemplo a ser seguido na câmara dos deputados? Não sejamos hipócritas. A guerra vai acontecer sempre lá em cima e cá embaixo fingimos espanto. Bom pra quem vende notícia. Abrçs a todos e sejamos mais atuantes do que pensantes. E que 2016 possamos mostrar que somos vencedores e não só guereiros. Onde estão nossos herois?

    Comentário por Ozzy Issor — 19 de outubro de 2009 @ 20:38

  16. Quando o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, fizer sua visita ao
    Brasil, peça para o presidente Lula perguntar a ele como são tratados os traficantes e drogados naquele país. Poderiamos comprar a tecnologia deles. Afinal o que impede que tenhamos leis duríssimas contra esse tipo de crime? Será que nossos representantes no congresso têm medo de aprovar uma lei mais severa porque temem, eles próprios, a possibilidade de serem enquadrados por ela? Enquanto isso ficamos com a solução proposta pele Cabral: “Vamos comprar um helicóptero blindado”. Isso é patético…

    Comentário por Marco — 19 de outubro de 2009 @ 21:22

  17. Grande Maierovitch!
    Precisamos MUITO de pessoas como você, não só combatendo o crime de forma incansável e heróica, mas também atuando didaticamente na árdua tarefa de informar ao povo sem rodeios como funcionam os bastidores do poder paralelo, sempre imbricado com o poder constituído.
    Ouvi William Bonner afirmar a Marília Gabriela no GNT de ontem que jornalista precisa conhecer muito bem a História para atuar profissionalmente. Vou além: considero que TODOS deveriam conhecer profundamente a história, porque ela se repete, sempre piorada, e são divulgadas versões oficiais dos fatos que raramente correspondem à realidade nefasta.
    Parabéns pelo seu exemplar trabalho de toda a vida, sou seu fã incondicional!
    Abraços

    Comentário por Marcelo — 19 de outubro de 2009 @ 21:51

  18. Quem usa drogas?
    Quem abastece o arsenal dos bandidos?
    Quem usa a violencia como argumento para se eleger?
    Quem são os pombos correios dos criminosos presos?
    Quem vai à boca toda sexta buscar o arrego?

    Comentário por josias barbosa de azeredo — 19 de outubro de 2009 @ 22:09

  19. E ainda temos q ouvir no rádio o Lula falando que é “contra a legalização das drogas. Os países ricos tem que criar leis para ir contra o usuário para reprimir o tráfico”.

    Bem, engraçado q ele adora sua droga, a cachaça, e desconhece que a repressão ao usuário foi feita por décadas já, chegamos até aqui assim.

    Comentário por Bruno — 19 de outubro de 2009 @ 22:15

  20. Sr. Maierovitch , agradeço por meu comentário ( 18/10 ) ter sido colocado em destaque. É a opinião de um cidadão carioca que quer simplesmante o direito de ir e vir nessa cidade citiada pelo medo . O que espero das autoridades , é que estejam mais atentas , mais ligadas e tomem atitudes que resolvam ( não adianta correr atrás, tem que correr na frente ) e não desculpa que todo mundo já conhece. Pediram nosso voto pra isso , NÂO FOI ? As unidades passificadoras é uma boa ação , mas muito lenta, se não ganhar corpo e se espalhar por outras comunidades , corre risco.

    Comentário por João Pedro — 19 de outubro de 2009 @ 22:24

  21. Bom dia.

    A polícia tem que adotar o método do confronto indireto (Sun Tsu), ou seja, o método de guerrilha, com espiões e inteligência.

    Comentário por Paulo Carvalho — 20 de outubro de 2009 @ 7:03

  22. Eu acredito q o problema das favelas do Rio, só será resolvido com a utilização do exército, que inclusive já foi posto a disposição do governo estadual, mas p enquanto o governador não achou necessário…ora, querem ficar mais quantos anos nessa lenga-lenga…enquanto esperam para tomar alguma atitude, os traficantes matam mais pessoas e o crime fica ainda mais organizado do q já é!!!!

    Comentário por charlles — 20 de outubro de 2009 @ 13:29

  23. sabe quando vai acarbar com isso,quando parar de deixar os direitos humanos de ficar defendendo traficante,porque se morre um policial niguem fala nada mais se um policial matar um traficante já viu a merda que da.
    pergunto: pra que direitos humanos!!!!!!!!

    Comentário por sandro — 20 de outubro de 2009 @ 13:42

  24. Professor

    O incentivo de Brasilia é som
    em qualquer balada.
    Se faltam sonho e caneta
    sobram fuzil e granada.

    Abraços do Espaço Mensaleiro.

    Comentário por Eliana Gerânio Honório — 20 de outubro de 2009 @ 14:30

  25. Boa tarde!!

    O Governo brasileiro não acaba com o tráfico de drogas no Rio de Janeiro e no resto do Brasil porque não quer. Eu nunca vi um país defender tanto o direito de assassinos, traficantes, ladrões, estupradores como aqui, os direitos humanos que serve mais para defender animais deveriam ser chamado de IBAMA, porque os direitos humanos só “gritam” quando os bandidos são atingidos pelas forças da lei. Claro que o problema não vai ser resolvido apenas matando bandidos, há uma série de requisitos que contribuem com o tráfico de drogas, são um bando de policiais mal pagos que recebem proprina e fingem que está tudo bem, o povo sem condições de trabalho que se “enfia” nas favelas e seu filhos sem a menor condição de vida, cresce e vira traficante, e claro que a contra legalização das drogas contribui com isso também,os países já que os brasileiros gostam tanto por exemplo de maconha, legaliza essa merda que já vai diminuir bastante o tráfico. Mas é lógico que nada justifica o cidadão crescer e se tornar traficante, se o governo se preocupasse e se focasse em acabar com a criminalidade no Brasil, isso concerteza acabaria, o Brasil é um país que tem medo de crescer, e que se preocupa com coisas que não trás benefício nenhum pro Brasil como por exemplo sediar os jogos olímpicos 2016 no Brasil, meu deus, é a mesma coisa de voçê convidar um grupo de amigos pra sua casa sem ao menos ter varrido o chão. Eu nunca vi o nosso presidente tão emocionado quanto ele ficou quando o Brasil foi escolhido para sediar os jogos Olímpicos, que coisa mais inútil. A legislação brasileira defende demais esses traficantes e se preocupa demais com coisas alheias, no dia que o Brasil quiser acabar com a violência não só Rio de Janeiro como no resto Brasil, ele consegue, porque aqui tem exército, tem polícia especializada, é só querer, no dia em que o governo parar, e dizer, “vou acabar com o tráfico no brasil” ele acaba.

    Comentário por Paulo — 20 de outubro de 2009 @ 15:21

  26. O Exército Brasileiro é uma PIADA!
    Quando era para caçar, turturar e desaparecer com os cadáveres de estudantes e grevistas (não os estou inocentando dos crimes que cometeram - e cometeram muitos) , fazia com todo prazer; afinal de contas eram mal treinados - quando chegavam a ser treinados - e o trabalho da repressão era recompensado pelo Tio Sam e por empresas como Bandos etc. Hoje a coisa mudou de figura: o narcotráfico é rico, poderoso, patrono de campanhas políticas, patrocinados da “maior festa do mundo” (o carnaval) etc. Resultado: pintam e bordam e ninguém tem coragem (e vontade) de detê-los. O tráfico de drogas financia companhas políticas, corrumpe militares de altas patentes, magistrados etc. O tráfico humilhou o Exército no Rio de Janeiro, humilhou as forças armadas, quando do assalto a um quartel em São Paulo; e nossos militares - que eram tão valentes para torturar e matar há algumas décadas - puderam apenas reaver seus pertencer após uma humilhante capitulação para o CV e o PCC. Não quero ser mal interpretado; não se trata de revanchismo e lamento muito (MUITO MESMO) pela incompetência e pela falta de vontade de nossas forças armadas declararem guerra ao narcotráfico. É uma guerra de mão única, diga-se de passagem, porque os traficantes já a deflagraram há muitos anos e o Estado, até o momento, admite ser massacrado e humilhado sem sequer reagir…

    Comentário por Eduardo Rodrigues — 20 de outubro de 2009 @ 19:05

  27. OLIM PIADA:

    O RIO É A CARA DO ATUAL GOVERNO FEDERAL BRASILEIRO!

    PROPAGANDA ENGANOSA!

    FALTA TUDO, SANEAMENTO, SAUDE, EDUCAÇÃO, VERGONHA NA CARA,
    TEM: BALA PRA TODO LADO, DENGUE, E O PRESIMENTE DANDO RISADA! GARGALHA SATANÁS, DELEITA-SE PRÍNCIPE DAS TREVAS COM A DESGRAÇA DE UM POVO IGNORANTE!!!!!!!!

    Comentário por Petra — 22 de outubro de 2009 @ 1:11

  28. acabo de percebe que esse negocio de olimpiada no rio vai trazer mas segurança para o rio de janeiro mas tambem vão acabarem matando muintas pessoas inocentes a policia do estado tenque trenar mas os policias que atuão nas favelas cariocas acabar com o trafico no rio nãõ e assim tenque ter mas segurança aos moradores e imprego e encino qualificado pra crianças do brasil

    Comentário por LG dendê — 22 de outubro de 2009 @ 14:03

  29. prezado maierovitch, bom dia. enquanto houver o financiamento do sistema pelos consumidores, o problema persiste e cresce. tem que haver combate ferrenho contra o comercio e contra os usuarios, consumidores, coitadinhos maconheiros,limpa-trilhas e assemelhados. playboyzinhos zona sul, classe ‘merdia’, filhos e amiguinhos de escola, faculdade e trabalho. o resto, é caô de nossas ‘otoridades’. em tempo, favor avisar a dom inacio primeiro que o pais JA ESTA

    Comentário por felipe — 24 de outubro de 2009 @ 1:16

  30. continuando…
    … o pais JA ESTA EM GUERRA CIVIL DECLARADA! A PENA DE MORTE JA VIGE - CONTRA O CONTRIBUINTE, ELEITOR, CIDADAO. boa sorte.

    Comentário por felipe — 24 de outubro de 2009 @ 1:17

  31. maierovitch, em tempo: sensacional teu site/blog/portal!
    tenho acompanhado - com lamento - a deprimente situação do mexico, em especial na costa pacifica em torno de baja. pretendia ate viajar por aquelas bandas, mas penso ser melhor esperar um pouco. quem sabe bagda, kabul ou gaza sejam locais mais tranquilos…. ‘monkey hill’ em ‘isabel ville’ tbem pode ser uma outra boa opção!

    Comentário por felipe — 24 de outubro de 2009 @ 1:21

  32. Enquanto isso não afetar Brasília estará tudo “OK”
    Só quem perde somos nós …as olimpiadas estão ai é só negociar pra os bandidos se acalmarem um pouco e não fazer muito alarme diante do comitê.
    Não viram que agora tem até lei específica pra quem roubar turistas.
    Ou seja, o importante é a imagem da cidade maravilhosa não ser afetada.
    São corrermos pra rua e brigarmos pelo nosso direito não vamos conseguir nada escrevendo e lendo sentados e presos dentro de casa.
    Tenho saudades do povo da ditadura. Pelo menos naquela época o brasileiro lutava pelos seus direitos.

    Comentário por Adriano — 26 de outubro de 2009 @ 10:34

  33. muitossssssssssssssssssssssssssssss ruimssssssssssssssssssss eu sou burro kkkkkkkkkkkkkkk

    Comentário por doido — 9 de novembro de 2009 @ 14:40

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